Mensagem do dia – Idealiza um futuro próspero!

Pensa no futuro e alegra-te.

Quando aceitas que o teu futuro é maravilhoso
e queestás em permanente progresso,
dá-se em ti uma mudança favorável,
que começa a atuar desde logo,
agraciando-te com um estado
geral de contentamento.
Se pensas ter futuro incerto e intranqüilo, as idéias de
indecisão e negatividade passam também a agir
de imediato, causando-te insatisfação.

O que pensas de ti e das circunstâncias
logo apresenta resultados em ti.

Idealiza, pois, um futuro próspero, alegre, saudável,
luminoso e sorridente, e começarás a sentir
os seus efeitos benéficos desde já.

Acreditar no futuro é acreditar em Deus.

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BOM DIA/12/08

Conserve a sua felicidade.
Se você se considera feliz é porque dá valor à felicidade.
Em vista disso, tudo o que vivencia se encaixa
no estado de felicidade do seu coração.
Assim, toma sentido especial a notícia que chega, o que
lhe contam de problemas e sofrimentos, os serviços
que você faz, as decisões que você toma, os momentos
de lazer, os relacionamentos, o entendimento da vida,
a forma de apreciar a natureza, a visão do amanhã,
o modo de exercitar a fé, o amor que sente e tudo o mais.
O sentido especial que você dá a tudo procede da felicidade.
Se você dá sua alegria ao mundo,
o mundo também lhe dá alegria.

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O tamanho do mundo

O mundo é pequeno se somos grandes;
o mundo é enorme se nos
sentimos pequenos.

A diferença do tamanho
do mundo de uma pessoa para
a outra depende do
tamanho que cada um dá ao
que está à sua volta,
à importância que têm os problemas,
à sua atitude de olhar pra frente,
para trás,
para cima ou para baixo.

Crianças têm sempre
a impressão que tudo
é gigante.
Elas dão suas pequeninas
mãos aos adultos,
precisam dar três ou quatro
passos a mais para
acompanhá-los e essa
“distância”
entre os dois mundos,
infantil e adulto,
faz com que ela ou acredite cegamente,
ou tema.

Somos,
quão e quantas vezes,
quais crianças pequeninas face
aos nossos problemas.
Os vemos como adultos sérios
e devoradores e nos tornamos ainda
menores no espaço que
ocupamos.

Essa atitude nos reduz,
impossibilita aquele crescimento
que nos tornará homens e mulheres
grandes o bastante para enxergar
o mundo olhando nos olhos dele,
vendo os problemas não como
montanhas difíceis de subir ou atravessar,
mas como desafios os quais
podemos vencer.

O mundo é o mesmo para todos,
com seus espaços,
constelações, travessias,
mares,
tragédias e campos floridos.

Somos nós,
individualmente,
gigantes ou pequenos,
crianças indecisas ou
adultos destemidos.

Somos a força pela qual
outros podem se guiar ou aqueles
que estão sempre estendendo
a mão ou dando três ou quatro
passos a mais para acompanhar
o ritmo das intermináveis caminhadas
daqueles que seguimos.

Somos a gota pequenina
que se repousa na folha ou
o vento impetuoso que a
carrega onde quer.

Somos nossas atitudes somadas,
no bom ou no ruim,
que conhecem Aquele que
nos colocou no mundo ou
persistem em querer se descobrir.

Somos,
aos olhos de Deus e com
o mesmo amor,
aqueles que se levantam e
andam ou os que fazem no
dia-a-dia os milagres que dão
sentido à existência.

Santa Clara

Em 1212, a jovem Clara de Assis seguiu o atraente exemplo de Francisco e viveu, dentro da clausura e na contemplação, o ideal de pobreza evangélica. Surgiu, assim, a Ordem das Clarissas, ou a Segunda Ordem Franciscana.
Santa Clara nasceu em Assis, Itália, por volta de 1194, numa família rica e nobre. Seus pais chamavam-se Favarone e Hortolana, sendo Clara a filha primogênita. Com Inês e Beatriz, suas irmãs menores, que mais tarde também entrariam no Mosteiro de São Damião, Clara esforçava-se no amor a Jesus e sentia em seu coração o chamado para segui-lo.

Clara sonhava com uma vida mais cheia de sentido, que lhe trouxesse uma verdadeira felicidade e realização. O estilo de vida dos frades a atraía cada vez mais.
Depois de muitas conversas com Francisco, aos 18 de março de 1212, (Domingo de Ramos), saiu de casa sorrateiramente em plena noite, acompanhada apenas de sua prima Pacífica e de outra fiel amiga, e foi procurar Francisco na Igrejinha de Santa Maria dos Anjos, onde ele e seus companheiros já a aguardavam.
Frente ao altar, Francisco cortou-lhe os longos e dourados cabelos, cobrindo-lhe a cabeça com um véu, sinal de que a donzela Clara fizera a sua consagração como Esposa de Cristo. Nem a ira dos seus parentes, nem as lágrimas de seus pais conseguiram fazê-la retroceder em seu propósito. Poucos dias depois, sua irmã, Inês, veio lhe fazer companhia, imbuída do mesmo ideal. Alguns anos após, sua mãe, Ortulana, juntamente com sua terceira filha Beatriz, seguiu Clara, indo morar com ela no conventinho de São Damião, que foi a primeira moradia das seguidoras de São Francisco.
Com o correr dos anos, rainhas e princesas, juntamente com humildes camponesas, ingressaram naquele convento para viver, à luz do Evangelho, a fascinante aventura das Damas Pobres, seguidoras de São Francisco, muitas das quais se tornaram grandes exemplos de santidade para toda a Igreja.
As Irmãs Clarissas vivem um estilo de vida contemplativa, sendo enclausuradas. Quer dizer que não têm, normalmente, uma atividade pública no meio do povo, dedicando-se mais à oração, à meditação e aos trabalhos internos dos mosteiros.

Oração de Santa Clara

Clara, santa cheia de claridade,
Irmã de São Francisco de Assis,
Intercede pelos teus devotos
Que querem ser puros e transparentes.
Teu nome e teu ser
Exalam o perfume das coisas inteiras
E o frescor do que é novo e renovado.
Clareia os caminhos tortuosos
Daqueles que se embrenham
Na noite do próprio egoísmo
E nas trevas do isolamento.
Clara, irmã de São Francisco,
Coloca em nossos corações
A paixão pela simplicidade,
A sede pela pobreza,
A ânsia pela contemplação.
Te suplico, Irmã Lua,
Que junto ao Sol de Assis
No mesmo céu refulge,
Alcança-nos a graça que,
Confiantes vos pedimos.
Santa Clara, ilumina os passos
Daqueles que buscam a claridade!
Amém!

VIVER É DIFERENTE DE SOBREVIVER

É triste ver tanta gente lutar para sobreviver.
E não estou falando apenas daqueles que ganham
salário mínimo,
mas de executivos que vivem angustiados
com tantas pressões,
de empresários que fogem de suas famílias,
pois não aprenderam a amar,
de pessoas de todos os níveis sociais que estão
sempre assustadas perante a vida.
São pessoas que não vivem.
Apenas sobrevivem,
como se estivessem numa crise asmática permanente:
aquela eterna falta de ar e,
de vez em quando, o alívio rápido e passageiro.
Logo depois sentem de novo o sufoco insuportável.
Essas pessoas não vivem, sobrevivem.
E apenas sobreviver é trabalhar em algo sem
sentido só para manter o salário;
é fazer joguinhos de poder para manter o emprego;
é sair com alguém que não se ama somente
para aplacar a solidão;
é ter relações sexuais só para manter o casamento;
é não conseguir desgrudar os olhos da TV,
com medo de escutar a voz da consciência;
é ter de tomar alguns drinques para
conseguir voltar para casa.
A sociedade nos pressiona diariamente para
nos transformar em máquinas.
Todos os dias, pela manhã,
uma multidão liga seu corpo como se fosse mais
uma máquina e sai pela porta para uma
repetição infinita de ações rotineiras
sem nenhuma relação com sua vocação
e seu talento.
E muita gente chama a isso livre-arbítrio.
Depois vão a massagens, saunas,
fazem um monte de ginástica em busca de
um pouco de energia extra para,
no dia seguinte,
voltar a fazer o mesmo trabalho que não tem
nenhuma relação com sua alma.
Muitos estados de depressão são,
na realidade,
frutos de uma terrível sensação de inutilidade.
Esse olhar vago do deprimido é muitas vezes o
olhar de quem poderia ter
aproveitado as oportunidades da vida,
mas não soube valorizar o que era
realmente importante.
Se, por acaso,
você se identificou com a descrição acima,
está na hora de mudar.
Aproveite o início de semana e mude !
O filósofo espanhol Julián Marías escreveu que a infelicidade humana está em não preferir o
que preferimos.
Quando uma pessoa não prefere o que prefere,
acaba se traindo.
As escolhas de nossa vida têm sempre de privilegiar
a nossa essência.
Nossa vocação não tem nada a ver com
ações sem afeto.
O ser humano nasceu para realizar a
sua vocação divina.
No entanto,
quantas vezes acabamos nos dedicando
exclusivamente à sobrevivência!
Sobreviver e viver são experiências
completamente distintas.
Viver é ser dono do próprio destino.
É saber escrever o roteiro da própria vida.
É ser participante do jogo da existência,
e não mero espectador.
É viver as emoções,
é ter os próprios pensamentos e viver
os seus sonhos.
Sobreviver é administrar o tempo para que o dia
acabe o mais rápido possível.
É conseguir ter dinheiro até o próximo pagamento.
É respirar de alívio porque chegou o
final do expediente.
É ir resignado de casa para o trabalho e do
trabalho para casa.
É adiar o máximo possível as mudanças para não
ter de arriscar nada…
Chega de migalhas da vida!
Chega de viver como um fugitivo,
olhando para os lados,
com medo de tudo e de todos!
O ser humano merece mais do que simplesmente completar seus dias.
Merece a plenitude da vida.
“Se você já construiu castelos no ar,
não tenha vergonha deles.

Estão onde devem estar.
Agora, construa os alicerces.”

O problema que vem também vai

O problema que vem também vai.
Se tem certeza de que o problema seguirá sempre
incomodando você, ele continuará firme.
Não vão chegar até ele os pensamentos que o eliminariam,
pois os que chegam são para fazê-lo irredutível.
A solução de um problema começa por você.
Não bote lenha na fogueira do problema.
Use de inteligência, vontade e, sobretudo,
de amor, e dele só restará a experiência.
Considerar um problema solucionável é
injetar-lhe uma substância mortal.

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Não olhe os problemas com lente de amento

Não olhe os problemas com lente de amento.
Use para eles uma lente de redução.
Quem tem medo facilmente trata os problemas com exagero.
Quem procura enfrentá-los sabe que não são o que aparentam
e pode vê-los com lentes que lhes diminuam a intensidade.
Use a lente de aumento para outro fim, o da sua felicidade.
Faça de um pequeno ponto, de uma simples observação
um motivo de alegria e de um pequeno favor que
recebe um grande contentamento.
Quem reduz os problemas aumenta a paz.

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