Não sejamos egoistas

Era uma vez, um homem que estava a procura de emprego.
Durante o dia todo andou pela cidade,procurando por trabalho.
Muito cansado, parou em frente a um supermercado.

Percebeu que um homem olhava para ele, parecia ser o dono.
Se aproximou e disse: – Amigo, estou andando o dia inteiro, não tenho nenhum dinheiro mas estou com muita fome, o senhor poderia me dar algo para comer ?
O homem com um olhar de desprezo o mediu dos pés a cabeça e disse:
- Eu não posso matar a fome de todos que batem a minha porta e também não tenho culpa pela situação do povo.

O homem, muito triste abaixou a cabeça e foi andando, sem forças e sem destino algum, até que chegou a uma praça.

Num dos bancos, uma pessoa estava ouvindo rádio e comendo um apetitoso lanche .
Ele se aproximou, sentou , e sem que pedisse, essa pessoa simplesmente lhe ofereceu um pedaço dizendo:
- Sente ao meu lado, descanse e ouça um pouco de música.

Por longo tempo, ficaram assim, em silêncio.
Já anoitecia, quando de repente a música foi cortada e entrou uma mensagem urgente, dizendo que tinha ocorrido um grave acidente e a vítima estava correndo perigo de vida por precisar de um sangue raro que estava em falta no hospital da cidade.

Ao ouvir o tipo de sangue não pensou duas vezes, saiu correndo para o hospital. Ao chegar, muito cansado, disse ao médico:-Só espere que eu recupere as minhas forças e pode tirar o necessário para que a pessoa que esta precisando não morra.

Enquanto ele estava sendo preparado para a doação,
notou que conhecia a pessoa que iria receber seu sangue, e por ironia do destino era simplesmente, o dono do supermercado!

Não sejamos egoístas, guardando tudo prá nós mesmos, talvez, não tenhamos tempo para usar !

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Colhemos o que plantamos

A nossa vida é semelhante a um jardim.
Temos em nossas mãos a cada dia novas sementes.
Cada uma delas representa um sentimento,
sentimentos bons e também sentimentos ruins…

Se a cada sol que nascer soubermos
cultivar bem cada sementinha do nosso jardim,
o mesmo sempre estará cheio de belas flores,
porém, se cultivarmos sementes como o ódio,
o rancor, a mágoa, o egoísmo…
Nunca chegaremos a ver no jardim uma bela flor.
Ela sempre estará murcha…
Se plantarmos sementes como o amor, a amizade,
a solidariedade, o companheirismo, a sensibilidade,
a cada dia, ao acordarmos, veremos lindas flores a brotar,
a enfeitar os nossos jardins e as nossas vidas.
Precisamos cultivar, cuidar bem das flores,
sempre com muito amor ,dedicação e carinho,
para que elas permaneçam sempre belas e jamais murchem…
Saiba que as sementes estão em suas mãos
e seu jardim será resultado daquilo que você plantar…
Se no seu jardim as flores estão sempre murchas,
arranque-as e plante novas sementes
permitindo que assim belas flores nasçam
a cada raiar do sol.

Tenha um bom dia!

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BOM DIA/18/06

Não assuma os problemas dos outros.
Eles podem lidar com eles melhor do que você.

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Horas. O que são?

e eu parasse você na rua e perguntasse: “Por favor, que horas são?” O que você faria? Provavelmente olharia o relógio e diria a hora.

Mas, se eu parasse você na rua e perguntasse a mesma coisa, porém numa ordem diferente: “Horas, o que são?” provavelmente você me olharia como se eu fosse louco.
Não se costuma parar pessoas na rua para fazer perguntas filosóficas.
Uma vez, Santo Agostinho tentou responder a esta pergunta.
Ele disse: “O que é o tempo? Quem poderá explicá-lo de forma rápida e fácil?…
Certamente entendemos muito bem quando falamos dele. E o que é tempo, afinal? Se ninguém me perguntar, eu sei; mas se eu desejasse explicá-lo a alguém – eu francamente não sei”.

Durante séculos, filósofos e sábios têm tentado explicar o tempo. Sir Isaac Newton disse que o tempo era absoluto, que ele ocorreria independente da existência do Universo.
Surgiu Leibniz e virou do avesso a definição de Newton. Disse ele: “Tempo é meramente a ordem dos eventos, não uma entidade em si própria”.
Albert Einstein seguiu Leibniz e afirmou que “O tempo não tem existência independente da ordem dos eventos pelos quais o medimos”
Todos fazemos a pergunta: “Para onde foi o tempo?”
Esta indagação retórica, sem dúvida, expõe erradamente o caso.
O tempo não sai de cena.
Ele simplesmente passa na velocidade de sempre, enquanto nós realizamos muito menos do que talvez devêssemos realizar.
Seria melhor perguntar: “Como planejei tão mal e deixei tanto para fazer em tão pouco tempo?”

O tempo pode ser perdido, mas nunca recuperado.
Não pode ser acumulado, precisa ser gasto (investido).
Alguém afirmou que não podemos guardá-lo, congelá-lo, nem colocá-lo em latas.
Não podemos fabricá-lo.
O tempo é, talvez, o único dom pelo qual cada ser humano é igualmente responsável.
Ninguém tem mais – nem menos – tempo do que você ou do que nós.
Cada pessoa tem direito a 1.440 minutos por dia, 168 horas por semana.
Todos temos, em cada dia, a mesma quantidade de tempo suficiente.
Cada um tem todo o tempo que existe.
Pense, porém, na qualidade do seu tempo e investimento!

Todavia, apesar de sua reconhecida preciosidade e vasto potencial, não há nada que desperdicemos tão impensadamente como o tempo.
Foi o sábio pragmático Sir Walter Scott quem escreveu:
“Você ama a vida? Não desperdice então o tempo, pois é dele que se compõe a vida.”
Ele se estende na primeira semana de férias e se contrai na segunda.
Passa mais devagar para o paciente do que para o dentista.
Passa mais devagar para a classe do que para o professor.

Dizem-nos que o tempo passa.
Na verdade, não é ele que passa, somos nós.
O tempo está parado.
O único tempo que temos é AGORA.
Esta é a qualidade existencial do tempo.

Aproveite-o bem. Boa sorte!

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Dia do Abraço

Dizem os orientais que,
quando abraçarmos uma pessoa querida a quem amamos,
devemos fazer da seguinte forma:
inspirando e expirando três vezes,
e aí sua felicidade se multiplicará pelo menos dez vezes.
O efeito terapêutico do abraço é inegável.
Diante disso não podemos esperar para abraçarmos a quem queremos bem.
Se você estiver sentindo um vazio interior,
tente abraçar o seu amigo ,
deslizando delicadamente a mão sobre as costas dele ,
para que o possa sentir junto a você.
Nos Momentos de dor e de alegria
é que vemos o bem que
um grande e demorado abraço nos causa.

Pelo abraço,
transmitimos emoções,
recebemos carinho,
trocamos afeto,
compartilhamos alegria,
amenizamos dores,
demonstramos amizade,
doamos amor,
expressamos nossa humanidade.
É tempo de enlaçarmos nossos braços num terno,
profundo e afetuoso abraço.
[]
UM ABRAÇO APERTADO

Existe algo num simples abraço que sempre aquece o coração e dá-nos boas vindas ao voltarmos para casa, e torna mais fácil a partida.
Um abraço é uma forma de dividir as alegrias e tristezas que passamos, ou só uma forma para amigos dizerem que se gostam porque, simplesmente, tu és tu!
Abraços significam amor para alguém com quem realmente nos importamos.
Um abraço é algo espantoso… é a forma perfeita de mostrar o amor que sentimos, mas que palavras não podem dizer.
Um abraço é carinho, um aconchego, calor, harmonia.
Um abraço transmite traquilidade, é um “vai ficar tudo bem”, é um “eu tomo conta de ti”.
É engraçado como um simples abraço nos faz sentir bem… em qualquer lugar. É sempre compreendido.
E abraços não precisam de equipamentos, pilhas ou baterias especiais…
É só abrir os braços e o coração…

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SERÁ QUE EU PRECISO?

Será que precisamos de tudo aquilo que desejamos ter?

Você já parou para pensar sobre isso?

Eis uma reflexão que necessita de nossa atenção, e que irá colocar em análise muitos de nossos valores.

Lembramos de uma passagem narrando que Mahatma Gandhi, depois de ter conseguido a independência da índia, fez uma visita à Inglaterra.

Passeava com algumas pessoas pelas ruas de Londres, quando sua atenção foi atraída para a vitrine de uma famosa joalheria.

E ali ficou Gandhi, olhando as pedras preciosas e as jóias ricamente trabalhadas.

O dono da joalheria imediatamente o reconheceu, e foi até a rua saudá-lo:

Muito me honra que o Mahatma esteja aqui, contemplando o nosso trabalho – disse ele. Temos muitas coisas de imenso valor, beleza e arte, e gostaríamos de oferecer-lhe algo.

Sim, estou admirado com tanta maravilha – respondeu Gandhi. E, mais ainda, estou surpreso comigo, pois ainda consigo viver e ser respeitado sem precisar usar jóias.

Outro espírito muito sábio também se refere a estas mesmas questões.
O Dalai Lama, em sua obra “A arte da felicidade”, traz observações e apontamentos sobre isso, propondo a seguinte prática:

Toda vez que estivermos diante de algo que desejamos adquirir, algo que nos desperte o desejo, a vontade, indaguemos a nós mesmos: será que eu preciso disso?

Se nos deixarmos levar por um primeiro impulso responderemos “sim, é claro que preciso”, pois ainda não racionalizamos nada.

Agora, se pensarmos um pouco mais, e deixar este primeiro ímpeto para trás, conseguiremos descobrir se realmente estamos precisando daquilo.

Assim, assegura-nos o líder tibetano que não seremos facilmente seduzidos pelas conquistas materiais, que tendem a querer nos escravizar.

Nosso ser é frágil, e ainda acha que precisa de recursos externos para assegurar sua felicidade. A baixa auto-estima, por vezes nos faz procurar no mundo algo que consiga elevá-la.

Comprar roupas, carros, jóias, pode trazer uma certa satisfação às nossas vidas, mas ela será apenas momentânea, e logo que o encanto com o novo passe, voltaremos ao nosso anterior estágio de felicidade.

O ser que busca a espiritualização, vai encontrar os recursos para construir sua felicidade naquilo que não é matéria, vai encontrar a satisfação nos sentimentos, nas ações nobres que pratique em favor do outro, numa conversa amiga, na contemplação da natureza.

O ser que busca a espiritualização precisa rever seus valores, e não ceder aos apelos da mídia e dos modismos, conseguindo assim alicerçar sua felicidade em terreno seguro.

O sábio dos sábios um dia ensinou: “não ajunteis tesouros na Terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e roubam. Mas, ajuntai tesouros no Céu, onde nem a ferrugem destrói, e onde os ladrões não arrombam e nem roubam. Pois onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração”

BOM DIA/14/05

Pontue sua vida!

Use vírgulas para separar as experiências boas das más.

Reticências para quem lhe faltou em alguma situação.

Salpique exclamações na sua vida.

Abuse das interjeições de felicidade.

Faça uma revisão nos seus
sonhos.

Tome decisões com letra maiúscula.

E coloque ponto final na tristeza.

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Só se você permitir

Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? – perguntou o Samurai.

“A quem tentou entregá-lo” – respondeu um dos discípulos.

“O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos” – disse o mestre.

“Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.

A sua paz interior, depende exclusivamente de você.

As pessoas não podem lhe tirar a calma, só se você permitir…”

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Rosas para a Mamãe

Rosas para a Mamãe
Um homem estacionou em frente a uma loja de flores.
Queria enviar algumas flores à sua mãe que vivia a duzentos quilômetros dali.
Ao sair do carro percebeu uma jovem menina que choramingava, sentada no meio-fio.

Ele se aproximou dela e perguntou o que havia de errado, ela respondeu:
- Eu queria comprar uma rosa amarela para minha mãe.
Mas eu só tenho setenta e cinco centavos e a rosa custa dois reais.

O homem sorriu e disse:
- Entre comigo, eu lhe comprarei uma rosa.

Ele comprou uma rosa para a pequena menina, fez um cartão e uma ordem de envio para enviar rosas para a própria mãe.
Quando estavam saindo da loja ele ofereceu carona para a menina e ela disse:
- Sim, por favor! Você pode me levar até minha mãe?

Ela o orientou a dirigir até um cemitério onde ela colocou a rosa em uma sepultura cavada recentemente.

O homem voltou à loja de flores cancelou a ordem de envio, apanhou um buquê de rosas e dirigiu os duzentos quilômetros até a casa da sua mãe…

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Como todas as mães

“…O amor verdadeiro tudo sofre; tudo crê; tudo espera; tudo suporta.”
(Corintios 13:7)

Como todas as mães Ela cuidou do seu filho com carinho, afeto e muito amor.
Perdeu noites de sono e horas de preocupação…
Ouviu como recompensa a voz doce a chamar: Mamãe!
Sentiu o abraço forte, viu o sorriso singelo, tocou as mãozinhas de dedinhos grossos e macios…
Ficou encantada com os primeiros passos, alimentou-O com seu leite, cantou para Ele dormir.
Viu o menino crescer, adolescer e ficar adulto.
O menino que era homem Filho de Deus; Deus em forma de homem.
Angustiava-se ao lembrar do destino que O esperava; temia por sua vida; orava pela sua missão.
Acompanhou a Sua caminhada até o Seu destino final…
Ajoelhou-se diante da cruz e chorou em silêncio.

A MÃE MARIA amou o FILHO JESUS.
E Jesus amou Maria, sua Mãe.

Todas as mães se parecem com Maria.
Bom seria se todos os filhos se parecessem com Jesus.

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